O que achei da primeira parte de Nada a Perder, cinebiografia de Edir Macedo?




Por Calil Neto

30 de junho de 2018.

Assim como o longa Chatô, o Rei do Brasil (2015) que fala do magnata da comunicação Assis Chateaubriand, dirigido e produzido por Guilherme Fontes, tivemos em 2018 outra produção envolvendo com uma das ênfases a imprensa brasileira com o o lançamento da primeira parte da cinebiografia de Edir Macedo, o dono da TV Record ou agora mais conhecida como Record TV, adaptada de trilogia biográfica e de memórias homônima de Edir escrita pelo jornalista Douglas Tavolaro com direção de Alexandre Avancini que dirigiu diversas novelas da emissora e foi também responsável pelo longa Os Dez Mandamentos: O Filme de 2016.



Essa primeira parte de Nada a Perder de 2018 aborda as dificuldades do futuro bispo em ter uma Igreja evangélica como foi posteriormente com a Igreja Universal do Reino de Deus que para muitos pessoas do alto escalão era vista como uma espécie de seita religiosa, sendo Edir acusado de charlatanismo e curandeirismo em um Brasil dominado pela Igreja Católica sendo levado à prisão. Menciona a veiculação de suas palavras nas rádios e a compra do bispo Edir Macedo da TV Record que era de propriedade de Sílvio Santos ( até ele aparece no filme! Mah oi! ) e da família Machado de Carvalho.



O ator Petrônio Gontijo na pele do bispo.



Um filme que não deixa de mencionar a conjuntura sócio-político-religiosa brasileira em uma das ocasiões como o impeachment do presidente Fernando Collor nos anos 90.

Um ótimo filme muito bem produzido com ótima representação de época.  Começo de 2019 vem a segunda parte da cinebiografia!


Leia meu texto também sobre a sequência Nada a Perder 2 (2019) . 






Imagens: Divulgação.

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