Bruninha está esplêndida em seu primeiro filme como protagonista.

 

Foto: Reprodução/ Instagram

 

Por Calil Neto

07 de novembro de 2020.

ELA CRESCEU! Comento neste post do Blog do Calil Neto sobre o primeiro filme estrelado por Bruninha, Bruna Marquezine, Vou Nadar até Você dirigido pelo também fotógrafo Klaus Mitteldorf lançado este ano nos cinemas brasileiros e no serviço de streaming e que mostra o quanto a moça amadureceu na carreira de atriz, não apenas na telinha, em seu primeiro filme como protagonista nas telonas.

 

Bruna no longa, que teve a pré-estréia no 47º Festival de Cinema de Gramado, faz o papel da jovem fotógrafa Ophelia, que parte de Santos para Ubatuba, atrás do suposto pai alemão Tedesco ( Peter Ketnath ), que não conhece, e que veio da Alemanha para o Brasil para promover seu trabalho fotográfico. O nome do filme Vou Nadar Até Você é metafórico, a personagem de Marquezine não nada o filme todo como no título, pega carona na estrada durante o percurso com malucôes como o personagem Miro ( Dan Stulbach ), amigo de sua mãe Talia ( Ondina Clais ).

 

Um filme muito belo visualmente e que em alguns momentos conecta um mundo real a um mundo onírico.

Segundo a própria Bruna Marquezine:
Eu sempre senti (e acho que sempre sentirei) uma necessidade artística de fazer cinema. Quando Ophelia me encontrou (acredito que muitas vezes as personagens escolhem a gente e não o contrário) eu decidi que era o momento certo. Tive a alegria de encontrar um diretor, uma equipe e grandes parceiros de cena que me deixaram livre pra descobrir e ser a minha Ophelia, sem limitações. E juntos criamos um universo único, delicado mas potente, lúdico mas consistente, palpável. Esse projeto foi transformador e por isso mesmo árduo. Me desafiou em tantos lugares: do meu próprio processo de atuação, muito intuitivo, ao desgaste físico que é rodar um filme nadando por horas, nos horários mais distintos. Ophelia mergulha, literalmente, sem querer numa jornada de autoconhecimento, e eu fiz o mesmo. Ela fez com que eu me percebesse mais forte, mas também me apresentou pontos de fragilidade internos e sentimentos que eu ainda não tinha acessado. E isso, para um ator, é um presente. “Vou nadar até você” é um filme de sutilezas, de beleza estética única. É o resultado do trabalho de uma equipe com muita vontade de fazer arte.

 

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